{"id":16695,"date":"2026-05-11T14:25:24","date_gmt":"2026-05-11T10:25:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/?p=16695"},"modified":"2026-05-11T15:26:03","modified_gmt":"2026-05-11T11:26:03","slug":"10-de-maio-dia-nacional-da-memoria-do-trafico-de-escravos-da-escravatura-e-respetivas-abolicoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/pt-pt\/10-de-maio-dia-nacional-da-memoria-do-trafico-de-escravos-da-escravatura-e-respetivas-abolicoes\/","title":{"rendered":"10 de maio: Dia nacional da mem\u00f3ria do tr\u00e1fico de escravos, da escravatura e respetivas aboli\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">No \u00e2mbito do Dia nacional da mem\u00f3ria do tr\u00e1fico de escravos, da escravatura e da aboli\u00e7\u00e3o, o museu hist\u00f3rico de Vill\u00e8le apresenta uma exposi\u00e7\u00e3o que re\u00fane pe\u00e7as in\u00e9ditas, recentemente adquiridas, e apresentadas ao p\u00fablico pela primeira vez aquando da celebra\u00e7\u00e3o de 20 de dezembro de 2025. Esta exposi\u00e7\u00e3o insere-se igualmente no contexto de um ano simb\u00f3lico que assinala o anivers\u00e1rio da lei Taubira, que reconhece o tr\u00e1fico de escravos e a escravatura como crimes contra a humanidade.<\/h2>\n\n\n\n<p>Instalada no primeiro andar da antiga casa senhorial, a exposi\u00e7\u00e3o coloca em destaque objetos que atestam a hist\u00f3ria da escravatura. Adquiridas recentemente, estas pe\u00e7as enriquecem as cole\u00e7\u00f5es do museu e contribuem para compreender melhor as realidades hist\u00f3ricas, refor\u00e7ando, ao mesmo tempo, o trabalho de mem\u00f3ria realizado pela institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o convida a descobrir designadamente:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>uma maquete do navio Le Mercure, que evoca as rotas e as condi\u00e7\u00f5es do tr\u00e1fico de escravos;<\/li>\n\n\n\n<li>grilh\u00f5es, vest\u00edgios materiais da submiss\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>armas relacionadas com o tr\u00e1fico;<\/li>\n\n\n\n<li>uma escumadeira de a\u00e7\u00facar, artefacto do sistema de produ\u00e7\u00e3o colonial;<\/li>\n\n\n\n<li>uma aguarela in\u00e9dita que representa a propriedade de Rivi\u00e8re du M\u00e2t, realizada por Xavier Le Juge de Segrais, por volta de 1900.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s destes objetos, que vieram recentemente incrementar as cole\u00e7\u00f5es do museu, a exposi\u00e7\u00e3o visa dar visibilidade \u00e0s realidades, ami\u00fade ausentes das narrativas, e alimentar uma reflex\u00e3o sobre os legados da escravatura na sociedade contempor\u00e2nea. Insere-se na vontade do museu hist\u00f3rico de Vill\u00e8le de espoletar um di\u00e1logo entre a hist\u00f3ria, a mem\u00f3ria e a cidadania, dando o devido destaque \u00e0s vozes e aos vest\u00edgios do passado.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"SP_GALERY_CONTAINER\"><\/div>\t<link rel=\"stylesheet\" href=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/themes\/societedeplantationetesclavagealareunion2023\/assets\/js\/flickity.min.css\" media=\"screen\">\n\t<script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/themes\/societedeplantationetesclavagealareunion2023\/assets\/js\/flickity.pkgd.min.js\"><\/script>\n\t\n\t<script>\n\tjQuery(document).ready(function() \n\t{\n\t\tjQuery('#SP_GALERY_4553618').flickity({\n\t\t  wrapAround: true,\n\t\t  cellAlign: 'left',\n\t\t  contain: true\n\t\t});\n\t});\n\t\t\n\n\t\n\t<\/script>\n\t\n\n<div class=\"SP_GALERY_CONTAINER\"><div class=\"SP_GALERY_TITLE\">\u00abAguardando o museu, revela\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas sobre a hist\u00f3ria da escravatura\u00bb<\/div><div id=\"SP_GALERY_452998\" class=\"SP_GALERY_CONTAINER\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"O Mercure\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/le-mercure-1024x768.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">O Mercure<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_CREATEUR\">\u00c9ric L&#8217;\u00c9maillet<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">2015<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Madeira de pereira, metal, algod\u00e3o<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">O Mercure era um antigo navio da Companhia das \u00cdndias envolvido no tr\u00e1fico esclavagista. Operava na regi\u00e3o do oceano \u00cdndico, trazendo 26 escravos da \u00edndia para Bourbon. O navio foi objeto de um estudo monogr\u00e1fico de Jean Boudriot, que permitiu ao modelista \u00c9ric L\u2019\u00c9maillet realizar uma maquete fiel ao original, sem recurso a pe\u00e7as do com\u00e9rcio, \u00e0 escala 1\/48. O trabalho de constru\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em 2012 e durou tr\u00eas anos. <\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Bacamarte de tr\u00e1fico da marinha\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/pistolet-tromblon-1024x632.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Bacamarte de tr\u00e1fico da marinha<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">Finais do s\u00e9culo XVIII<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Madeira, metal<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">Esta arma era usualmente utlizada na marinha aquando de abordagens de outros navios, motins de marinheiros ou revoltas de escravos, que podiam ocorrer durante as opera\u00e7\u00f5es de tr\u00e1fico esclavagista.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Grilh\u00f5es para p\u00e9s de escravos\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/chaine-d-esclave-768x1024.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Grilh\u00f5es para p\u00e9s de escravos<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">Primeira metade do s\u00e9culo XIX<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Metal<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">Estes grilh\u00f5es serviam para entravar os movimentos dos escravos, de modo a que n\u00e3o pudessem dar grandes passadas e correr em caso de fuga. Este objeto pertencia a uma antiga propriedade do Gol, uma das maiores de Bourbon que, antes de 1848, chegou a ter 600 escravos.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Pistola de ca\u00e7a, conhecida como \u00abde Mussard\u00bb\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/pistolet-de-venerie-1024x525.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Pistola de ca\u00e7a, conhecida como \u00abde Mussard\u00bb<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">S\u00e9culo XVIII, ca. 1730-1750<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Madeira, metal<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">Pistola curta de dois canh\u00f5es para tiro \u00e0 queima-roupa, utilizada pelos ca\u00e7adores de marrons nas florestas onde a manobra de armas de cano longo \u00e9 dif\u00edcil devido \u00e0 densidade da vegeta\u00e7\u00e3o. Esta arma \u00e9 conhecida como \u00abde Mussard\u00bb (ca\u00e7ador de marrons c\u00e9lebre) por ser da propriedade da fam\u00edlia Mussard e \u00e9 um objeto emblem\u00e1tico do museu.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Cavalo de madeira, brinquedo\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/cheval-de-bois-1024x879.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Cavalo de madeira, brinquedo<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">Finais do s\u00e9culo XIX<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Madeira, metal, couro<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">O cavalo de madeira fazia parte dos brinquedos cl\u00e1ssicos que os filhos dos senhores utilizavam para se divertirem. Fabricados em oficinas da metr\u00f3pole, estes brinquedos eram importados a fim de satisfazer a procura local.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Via Sacra\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/chemin-de-croix-821x1024.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Via Sacra<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">Segunda metade do s\u00e9culo XIX<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Terracota pintada, moldura de madeira<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">Composta por 14 quadros, a Via Sacra foi inicialmente instalada na capela aquando da sua constru\u00e7\u00e3o, em 1843, contudo v\u00e1rios quadros foram danificados durante o ciclone de 1858. Uma nova Via Sacra foi ent\u00e3o encomendada na segunda metade do s\u00e9culo XIX, mas tamb\u00e9m esta foi danificada em 1932 e, depois, em 1936, mais uma vez devido a condi\u00e7\u00f5es cicl\u00f3nicas, e continuou a deteriorar-se at\u00e9 \u00e0 sua classifica\u00e7\u00e3o como monumento hist\u00f3rico em 2020. Atualmente, restam apenas 10 esta\u00e7\u00f5es das 14 originais. A Via Sacra foi restaurada em 2024, gra\u00e7as ao apoio da Funda\u00e7\u00e3o para a Preserva\u00e7\u00e3o da Arte Francesa. \u00c9 a 12.\u00aa esta\u00e7\u00e3o, \u00abJesus morre na cruz\u00bb, que \u00e9 apresentada ao p\u00fablico.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Kayanmb\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/2021-3-1-1.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Kayanmb<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_CREATEUR\">Firmin Viry<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">2018<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Semente de conflore, haste da flor da cana, haste da choca, pele de cabrito<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">Origin\u00e1rio de \u00c1frica onde lhe d\u00e3o o nome de \u00abchiquisti\u00bb ou \u00abkaembe\u00bb nas prov\u00edncias do sul de Mo\u00e7ambique, \u00abkayamba\u00bb no Qu\u00e9nia e Zanzibar, \u00abraloba\u00bb em Madag\u00e1scar, e \u00abmkayamba\u00bb em Anju\u00e3 e Maiote. A sua representa\u00e7\u00e3o em gravuras data de 1848.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Bobre\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/2021-4-1.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Bobre<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_CREATEUR\">Johny Bily<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">2018<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Calabaceira, madeira amarela, flor de choca, madeira de gaulette, folha de pandano, semente de conflore<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">O bobre \u00e9 um instrumento tradicional herdado do per\u00edodo da escravatura. Origin\u00e1rio de \u00c1frica e derivado do arco, composto por madeira dura e uma caba\u00e7a (caixa de resson\u00e2ncia), \u00e9 frequentemente utilizado na m\u00fasica tradicional da Reuni\u00e3o e acompanha muitas vezes os moringueiros durante as suas dan\u00e7as.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Roul\u00e8r\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/2021-5-1-1.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Roul\u00e8r<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_CREATEUR\">St\u00e9phane Grondin<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">2018<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Madeira de carvalho, pele de vaca, metal<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">Pertencente \u00e0 fam\u00edlia dos membran\u00f3fonos, o \u00abroul\u00e8r\u00bb (anteriormente \u00abrouleur\u00bb) \u00e9 um tambor tubular em forma de barril espec\u00edfico da Ilha da Reuni\u00e3o, pois, ao contr\u00e1rio dos outros tambores da regi\u00e3o, que s\u00e3o principalmente tambores de arma\u00e7\u00e3o, este \u00e9 o \u00fanico que repousa horizontalmente sobre um suporte denominado \u00absanty\u00e9\u00bb. Poder\u00e1 ser o legado do tambor c\u00f3nico (tambor vouve ou tambor longo), hoje desaparecido, mas outrora representado na Ilha da Reuni\u00e3o em representa\u00e7\u00f5es iconogr\u00e1ficas e semelhante ao atabaque de Madag\u00e1scar (que sobreviveu nas Seychelles sob o nome de tambor s\u00e9ga).<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Escumadeira de a\u00e7\u00facar\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ecumoire-808x1024.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Escumadeira de a\u00e7\u00facar<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">Primeira metade do s\u00e9culo XIX<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Metal<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">Este utens\u00edlio era frequentemente utilizado pelos escravos no \u00e2mbito do fabrico do a\u00e7\u00facar. Trata-se de um grande coador com orif\u00edcios pequenos, frequentemente em cobre, dotado de um longo cabo de madeira, que os \u00abescravos da caldeira\u00bb usavam para retirar a espuma que se formava na superf\u00edcie das caldeiras durante as opera\u00e7\u00f5es de purifica\u00e7\u00e3o. Este objeto foi encontrado no local do museu durante uma obra de preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio na d\u00e9cada de 1990.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"[Anse des cascades]\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/anse-des-cascades-1-1024x682.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">[Anse des cascades]<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_CREATEUR\">Adolphe d\u2019Hastrel de Rivedoux<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">1837<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Aguarela<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">No primeiro plano, \u00e0 direita, a aguarela representa um pescador, sentado no seu barco, a remendar a rede. Em segundo plano, \u00e0 esquerda, uma fam\u00edlia de escravos, dois dos quais, sentados em frente \u00e0 sua pequena cabana, est\u00e3o ocupados a cozinhar, enquanto um terceiro vai buscar \u00e1gua \u00e0 Cascata. A fal\u00e9sia, a cascata, o curso de \u00e1gua e a presen\u00e7a do pescador s\u00e3o ind\u00edcios que apontam para o mesmo local: a cena situa-se junto a cascatas, mais precisamente na Anse des Cascades, em Sainte-Rose. A cabana representada faz parte do acampamento da propriedade de Charles Lenoir, estabelecida nesta localidade.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Saint-Andr\u00e9, Rivi\u00e8re du M\u00e2t\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/saint-andre-riv-du-mat-1024x683.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Saint-Andr\u00e9, Rivi\u00e8re du M\u00e2t<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_CREATEUR\">Xavier Le Juge de Segrais<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">Finais do s\u00e9culo XIX<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Aguarela<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">Aguarela rara que representa uma das primeir\u00edssimas propriedades de produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar de (1816), situada nas imedia\u00e7\u00f5es da Rivi\u00e8re du M\u00e2t. A aguarela mostra a inser\u00e7\u00e3o dos barrac\u00f5es de baga\u00e7o no planalto que domina o leito da Rivi\u00e8re du M\u00e2t, do qual partia um canal de abastecimento de \u00e1gua para a refinaria.<\/div><\/div><\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM\"><img decoding=\"async\" alt=\"Pianoforte quadrado\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/piano-forte-1024x768.jpg\"\/><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TEXTE\"><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TITRE\">Pianoforte quadrado<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_CREATEUR\">\u00c9rard<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_DATE\">1785<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_TECHNIQUE\">Madeira, marfim, metal<\/div><div class=\"SP_GALERY_ITEM_FORMAT\">A \u00c9rard \u00e9 uma f\u00e1brica francesa de instrumentos musicais, conhecida principalmente pelos seus pianos, mas tamb\u00e9m pelos seus cravos, pianofortes e harpas. O invent\u00e1rio ap\u00f3s o falecimento de Ombline Panon-Desbassayns menciona um piano desse fabricante, datado da mesma \u00e9poca, facto que testemunha a import\u00e2ncia atribu\u00edda \u00e0 pr\u00e1tica musical e que destaca a dimens\u00e3o art\u00edstica e cultural desta fam\u00edlia burguesa. Este piano ser\u00e1 apresentado no novo percurso museogr\u00e1fico do museu, a fim de ilustrar este aspeto do estilo de vida da fam\u00edlia.<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\t<link rel=\"stylesheet\" href=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/themes\/societedeplantationetesclavagealareunion2023\/assets\/js\/flickity.min.css\" media=\"screen\">\n\t<script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/www.portail-esclavage-reunion.fr\/wp-content\/themes\/societedeplantationetesclavagealareunion2023\/assets\/js\/flickity.pkgd.min.js\"><\/script>\n\t\n\t<script>\n\tjQuery(document).ready(function() \n\t{\n\t\tjQuery('#SP_GALERY_452998').flickity({\n\t\t  wrapAround: true,\n\t\t  cellAlign: 'left',\n\t\t  contain: true\n\t\t});\n\t});\n\t\t\n\n\t\n\t<\/script>\n\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No \u00e2mbito do Dia nacional da mem\u00f3ria do tr\u00e1fico de escravos, da escravatura e da aboli\u00e7\u00e3o, o museu hist\u00f3rico de Vill\u00e8le apresenta uma exposi\u00e7\u00e3o que re\u00fane pe\u00e7as in\u00e9ditas, recentemente adquiridas, e apresentadas ao p\u00fablico pela primeira vez aquando da celebra\u00e7\u00e3o de 20 de dezembro de 2025. 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